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Como a pandemia destacou o software de RPA e o que esperar para o futuro

Desde o início da pandemia do covid-19, inúmeras empresas e dos mais variados segmentos enfrentaram problemas que vão desde a gestão das equipes, processos internos, linha de produção e a venda de produtos e serviços para o cliente final. E isso fez com que gestores e empresários olhassem para algumas tecnologias com outros olhos, começando a compreender a necessidade delas.

Entre essas tecnologias está o RPA, que é um software de automação de processos robóticos que transforma tarefas rotineiras e repetitivas em ações realizadas em segundos pelos “robôs”, atividades essas que tomavam muito tempo e atenção dos colaboradores de uma empresa.

Conforme matéria do portal CIO, o Gartner prevê que 90% das grandes organizações terão implementado o RPA de alguma maneira até 2022, como forma de “capacitar digitalmente processos de negócios críticos por meio de resiliência e escalabilidade”. Além de enxergar esta automação como uma forma de melhorar, agilizar e reduzir custos, as empresas estão compreendo a real importância de se contar com a tecnologia, que é garantir ou tentar proteger seus negócios de possíveis crises e impactos futuros.

Ainda segundo a matéria da CIO, a última previsão da empresa de consultoria Gartner, é que a receita global de software de RPA poderá chegar a US$ 1,89 bilhão no próximo ano, com uma aumento de 19,5% comparado a 2020, que prevê um crescimento de 11,9% em relação ao ano passado, alcançando os US$ 1,58 bilhão.

Diante disso, é possível ver que o RPA irá crescer muito mais e se adaptar à inúmeras situações que surgirem no mundo dos negócios, de modo que sua adoção aumentará “entre os usuários comerciais, que estão fora da organização de TI”.

E você, o que acha sobre essa tecnologia e o seu impacto nos processos internos das empresas?

Fonte: CIO from idg